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Adeilton Alves Cardoso, Advogado
Adeilton Alves Cardoso
Comentário · há 2 anos
Concordo plenamente, criticar sem apresentar uma solução não faz nenhum sentido, porém, o presidente deve sempre ditar o ritmo das coisas, não precisa saber ou conhecer de todas as matérias, mas precisa conhecer as necessidades principais do País, vejo que os governos, ao invés de trabalharem, se apoiam nos erros cometidos pelos antecessores e passam 4 anos assim, dizendo que não podem resolver tudo, pois o governo anterior fez tudo errado e que agora tem que consertar para depois crescer e etc. etc. E assim vai até que chega ao fim o mandato e nada foi feito. Então se candidatam novamente com a famosa frase: "agora que já arrumamos a casa, vamos crescer". Acho que alguém comentou que um governo burro é pior que um governo corrupto, embora não concorde com a corrupção, nem no menor grau que seja; estou chegando a conclusão de que isso é a pura verdade. Não chamaria ninguém de burro, mas um governo incapaz de responder uma pegunta que vai contra o que ele pensa sem esbravejar, com serenidade e respeito, não é capaz de dialogar com quem pensa diferente dele, nunca será capaz de tirar o País do buraco que está, quando digo dialogar, não quero dizer corromper, quero dizer dialogar, fazer alianças, isso é fazer política. E sim, os deputados também tem o dever de trabalhar para que matérias importantes sejam votadas, mesmo que vá contra seu pensamento, mas que seja importante para o País e as pessoas que o elegeu. Ouso discordar com O Deputado Luiz F. Gomes, no que diz respeito a queda do presidente, creio sim, na queda, mas no sentido de não conseguir governar, não por oposição, mas por incompetência, pois o que está acontecendo é trocar uma ideologia por outra e talvez mais estupida.
Isa Bel, Advogado
Isa Bel
Comentário · há 2 anos
Não vejo melhora alguma em algo que eu já acho errado. Não nego que existam sim muitas mulheres q são agredidas por seus pares e que elas precisam de proteção. Mas não sou cega e não vou fingir que não acontece, e muito, embora em menor quantidade que as agressões que as mulheres sofrem, de mulheres que mentem, se ferem, e usam isso para tirar os companheiros das casas e poderem ficar lá, seja por vingança ou por interesses pecuniários. Portanto, medida restritiva é uma punição ao agressor. Oras, como vamos começar a punir alguém que ainda não foi julgado e condenado, para se ter a certeza que ele é o agressor? E não me diga que não é punição expulsar um homem de sua casa, q muitas vezes comprou com esforço do trabalho só dele, sem contribuição da mulher, sem saber se ele tem para onde ir e afastá-lo dos filhos, e, ainda poder perder o emprego só pela medida restritiva, pois o empregador 'engajado' acredita q se ele tem medida restritiva, é pq é culpado? Então, estão aplicando uma sanção, uma punição a alguém q não foi julgado e não teve o direito ao contraditório e ampla defesa. Anteciparam parte da punição. Depois, quando houver o julgamento e esse homem provar a inocência, agora Inês já é morta, como diria Gil Vicente, e ele já foi prejudicado. Pior ainda, o direito ao devido processo legal, antes da condenação, foi negado a ele. E sim, quando é dada um medida de restrição, todos consideram o homem culpado, pq se ele não fosse, pq teria essa medida. Isso é feito hj por um juiz, com análise de alguns indícios e já é feito de maneira muito irregular, sem dar o direito de defesa ao homem, agora, o delegado podendo fazer isso, tem a intenção de que a mulher já saia de lá com a medida protetiva, e, no q se baseará o delegado? Palavra dela e possíveis feridas q ela poderia muito bem ter causado nela mesma. Sou contra medidas protetivas? Não, acho-as necessárias, só que se provada a autoria do fato apenas. Isto é, antes de concedê-las, entrevistar vizinhos, familiares de ambos, levantar se existem outras queixas, analisar o corpo de delito, enfim apurar a denúncia, como é obrigatório ocorrer em qualquer crime e não supor q o homem é culpado e já antecipar parte da pena, sem que ele possa se defender. Depois de feito o estrago, dele ser visto como agressor por parentes, amigos, empregador, sociedade, perder o contato com os filhos, ser expulso da própria casa, quando já não é preso logo de início, o judiciário pedir desculpas após analisar que foi mentira da mulher, não resolve.
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